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| Dermatologia Clínica | 
Patologias
Clínicas Dermatológicas mais comuns |  | |

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 |  | Cāncer
de pele |  |  |  | | | É
o crescimento anormal das células que compõem a pele.

Os mais comuns são o carcinoma basocelular e o espinocelular; o mais
perigoso é o melanoma. O câncer de pele pode ser suspeitado por alguns
sinais, como, por exemplo, um crescimento na pele de aparência elevada e
brilhante, translúcida, normalmente avermelhada, acastanhada ou rósea.
Uma pinta preta ou castanha, irregular que muda sua cor e textura. Uma mancha
ou ferida que não cicatriza e continua crescendo e apresentando coceira,
casquinhas ou sangramento. 
Precauções Evitar exposição solar
entre 10 e 16 horas. Procurar a sombra. Usar chapéu e roupas adequadas.
Já existe até chapéu e roupas com fibras que ajudam a proteger
dos raios solares. Usar óculos de sol e filtro solar regularmente. O fator
de proteção pode ser 15 ou maior, e se for se expor diretamente
ao sol, reaplicar o protetor a cada 2 horas. Evitar bronzeamento artificial, pois
também causa câncer de pele. Cuidado com dias nublados, porque também
apresentam grande quantidade de raios ultravioleta. Incentivar nos filhos as práticas
saudáveis de proteção solar. Os filtros solares podem ser
usados em crianças a partir dos 6 meses de idade. O excesso de sol não
só pode provocar câncer na pele, como também queimaduras,
insolação, desidratação e envelhecimento precoce.
Tratamento
| Vai depender do tipo do câncer de pele, da localização
desse tumor e do tamanho da lesão e é cirúrgico para a maioria
das lesões. | | Pode ser feita também
a destruição direta por cauterização química,
criocirurgia com nitrogênio líquido, radioterapia e, com o avanço
da tecnologia, o tratamento mais recente é a terapia fotodinâmica.
| | Faixa etária e sexo: ninguém
está livre da possibilidade de desenvolver câncer da pele, mas alguns
fatores aumentam os riscos, como: pessoas de pele e olhos claros, os que trabalham
ao ar livre, as pessoas que tem história familiar, ou pessoal, de câncer
de pele, a exposição crônica e excessiva ao sol, pessoas com
história de queimaduras solares severas na infância e na adolescência,
certos tipos de sinais e grande número de sinais, e também quem
tem muitas sardas, pois as sardas são indicadores de dano solar. |
Quanto mais precocemente diagnosticado e tratada a lesão,
menor a chance de recidiva.

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